Ana Paula Renault protagonizou o Big Brother Brasil 16 e desde então não parou mais! Autêntica, dona de uma personalidade forte e  sempre determinada, a mineira tem uma agenda lotada e precisa se virar para dar conta de tudo.

Porém, mana que é mana dá um jeitinho de encaixar a gente na agenda e entre uma risada e outra, conversamos sobre Big Brother Brasil 17, carreira, família e sonhos.

-Quem você gostaria que ganhasse o BBB17?

Ninguém! Ninguém me cativou e eu não estou gostando do jogo do pessoal, acho que ninguém foi a mesma pessoa do início ao fim. Todo mundo teve altos e baixos, claro que na vida também somos assim, e não estou julgando a personalidade, mas acho que faltou um participante que me cativasse, que me fizesse pensa: ‘Nossa, essa pessoa merece ganhar”.

-Qual sua percepção sobre a Emily?

Emily é uma pessoa muito distante de mim como ser humano. Se por acaso eu viesse a conhecê-la, ela com certeza não faria parte do meu ciclo de amizades, não faria parte da minha vida, por ela pensar muito diferente de mim, por ter atitudes que não me agradam. Sabe aquela coisa de santo? Então, o meu não bate com o dela. Não tenho nada contra e nem nada a favor, mas não seria uma pessoal que eu escolheria para dividir a vida nessa terra.

-Qual seu sonho profissional?

Depois da minha exposição na mídia, tive a oportunidade de ser repórter do Vídeo Show e eu gostei muito de trabalhar como jornalista em frente às câmeras. Recentemente, tive outra oportunidade, no SBT, estou gravando com eles, tenho outras pautas agendadas já, e acredito que esse seria meu sonho: trabalhar como jornalista na televisão.

-E um pessoal?

Um sonho pessoal, talvez.. constituir família. Nunca pensei em casar, mas penso em dividir a vida com uma pessoa, alguém que venha para somar, sabe? Afinal, hoje minha vida é meu pai e todo mundo sabe que esse ano ele faz 88 anos e ele não é eterno. Eu fico imaginando que sem ele minha vida pode meio que perder o sentido. Eu tenho meus irmãos, a gente se apóia muito, mas acho que ter minha família seria interessante. Não que seja um sonho, mas poderia me fazer bem.

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Eu tenho muitos amigos, que considero família, tenho meus irmãos, mas tem horas que me pego imaginando que sou aquela ‘velhinha solitária’. Não sei se eu conseguiria administrar essa solidão, tanto que brinco com meus amigos casados que qualquer coisa eu vou morar com eles (risos). Eu moro sozinha e na minha idade, por eu ainda ser jovem, eu não sinto essa solidão, mas tenho medo de sentir na velhice, então, um companheiro para dividir o final da vida conforta o coração. Caso contrário, eu moro na casa dos amigos e das irmãs e o povo vai ter que me aguentar!

-Como você faz para administrar carreira e família?

Administrar meu tempo entre família e trabalho tem sido MUITO difícil. Eu tenho viajado demais e, desde que o ano começou, fiquei em Belo Horizonte só dez dias. Sempre que estou lá eu tento ver meu pai, conversar, contar como estão as coisas. Eu não tenho nada a reclamar, acho que a minha obrigação agora é administrar meu tempo da melhor forma possível e dar atenção para a esfera profissional  e também familiar.

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