Michael Bay e Isabela Moner passaram pelo Brasil para divulgar Transformers: O Último Cavaleiro, que chega aos cinemas no dia 20 de julho, e não economizaram na simpatia no carisma e na atenção com fãs e com a imprensa.

Durante a coletiva em São Paulo, que aconteceu na última terça-feira, 11, o diretor de uma das maiores franquias Hollywoodianas, afirmou, mais uma vez, que o quinto filme de Transformers é o seu último, mesmo continuando como produtor, e relembrou como que surgiu o convite de Steven Spilberg, há 10 anos, para que ele dirigisse o primeiro filme.

“Tudo começou quando Steven me ligou e me contou que tinha tido a idéia de fazer um filme sobre um garoto que ganha seu primeiro carro e que esse carro virava um robô, ym Transformer. Na hora, eu achei uma péssima ideia, mas depois de algum tempo, vi um desenho e pensei que se os robôs fossem extremamente bem feitos, poderia dar certo”, contou.

Sempre direto ao ponto, Bay também comentou sobre sua relação com as críticas da imprensa especializada e foi bastante incisivo.

“Lembro do dia em que liguei para um jornalista e perguntei qual era o motivo deles sempre estarem em cima de mim. Ele me respondeu que meu sucesso desde os 23 anos incomodava os críticos, mas, sinceramente, vocês acham que me importo? Estou muito confortável. Não faço meus filmes para críticos ou para imprensa, faço para entreter o público”, disse.

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Questionado sobre o futuro da indústria cinematográfica, Bay, que é louco por efeitos especiais e explosões, chegou a lamentar o fato de suas grandes produções serem consumidas fora dos cinemas.

“É triste ver que os jovens consomem cada vez mais filmes no computador. Acho que a indústria vai diminuir, sim. Não irá acabar, mas essa é a realidade”.

Se despedindo de uma das franquias mais rentáveis da indústria, Michael pretende focar em projetos mais pessoais e menores, como 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi.

“Quero ter tempo para novos projetos”, afirmou.