Mayra Borowik, brasileira do interior de São Paulo radicada em Lisboa, Portugal, vem sofrendo com o preconceito e o machismo e xenofobia em terras europeias. A beldade, que ostenta o título de musa do estado de São Paulo é um ferrenha defensora dos direitos e da liberdade de expressão das mulheres e recebeu diversos comentários machistas em suas recentes postagens no Instagram.

 

Diversos europeus, na sua maioria homens, desferiram palavras de ódio nas suas postagens, com insinuações e comentários preconceituosos.

Em um dos comentários um homem disse que ” Não venha defender que mostrar o corpo é natural (…), não há justificativa para você mostrar teu corpo gratuitamente.” Em outro comentário um homem disse que “Tu não engana que és brasileira moça”, se referindo à sensualidade de Mayra. O homem prosseguiu: “O sexy varia de cultura para cultura. Aqui chama-se de vulgaridade.”

 

Tais comentários, além de machistas, demonstram o preconceito sofrido por brasileiras na Europa. Em uma de suas publicações, Mayra contou o episódio que sofreu com sua filha, que com dificuldades para desenvolver a fala, foi apontada como causa, pela psicóloga de seu próprio colégio, o fato de ser brasileira.

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Em uma das respostas, Mayra se posicionou: “Tenho muito orgulho de ser brasileira. E orgulho do meu trabalho. Sou musa do estado de São Paulo com muito orgulho. Te desejo tudo de maravilhoso e que consiga se tratar e curar esse seu preconceito.”

 

A musa complementou dizendo que “É muito triste que nós brasileiras tenhamos que passar por esse tipo de situação. É constrangedor. O pior é que esse preconceito atinge a pessoas de todas as idades, como minha filha e à mim. Uma sociedade tão culta e antiga como a européia deveria já ter superado esse tipo de comportamento, característico do século passado. Temos que lutar com isso com todas as forças.”

 

Mayra teve apoio de diversas mulheres que também passam pelo mesmo problema, que se uniram para criar o movimento “Brasileiras não se calam”, que expõe centenas de relatos de assédio e xenofobia em Portugal. Mais informações sobre o projeto pode ser vistas no site https://brasileirasnaosecalam.com/brasileiras-sao-voluntarias-sobre/

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