Depois de ser acusada de agredir uma escrivã de polícia no interior de São Paulo, Vanessa Alcântara segue presa. A juíza Daniella Aparecida Soriano Uccelli, da Comarca de Valinhos, indeferiu nesta terça-feira (12), o pedido de liberdade provisória da modelo. Para a defesa, a decisão é injusta. O advogado do caso, Edson Peixoto, afirma que apresentou argumentos convincentes, já que entende que Vanessa não oferece riscos à sociedade, trabalha, comprova renda e residência.

Diante da decisão, a defesa apelará com habeas corpus junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). A nova decisão deve sair nos próximos dias. Vanessa, que estava na Cadeia Feminina de Paulínia em uma cela especial, foi transferida no início da tarde para a Penitenciária Feminina no bairro de São Bernardo, em Campinas. Lá ela permanecerá à disposição da Justiça.

A modelo nega as acusações e se diz vítima de injustiça. A defesa entende que a prisão de Vanessa foi arbitrária, ilegal e injusta. Os advogados trabalham para reverter a situação e estão confiantes numa decisão favorável.

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O caso

De acordo com a Polícia Civil, Vanessa agrediu uma escrivã na Delegacia de Defesa da Mulher de Valinhos na última quinta-feira. Ela também teria desacato três guardas municipais e uma delegada. Vanessa foi indiciada por sete crimes: injúria, calúnia, desacato, lesão corporal, resistência, supressão de documento público e posse de droga, já que foram encontrados 12 gramas de maconha em sua moto. Ela nega e diz que o entorpecente é de uma amiga que usou o veículo no mesmo dia. Vanessa foi detida em flagrante e levada para a Cadeia de Paulínia.